Diretora executiva do Fashion Revolution Brasil, Fernanda Simon é referência em moda sustentável e ética, promovendo mudanças significativas.
Redação*
Publicado em 21/05/2026, às 16h01Fernanda Simon - Foto: Divulgação
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Fernanda Simon, diretora executiva do Fashion Revolution Brasil, é uma influente defensora da sustentabilidade na moda, tendo sua visão transformada por experiências no exterior com movimentos de justiça social e ambiental.
Ela se destaca por unir ativismo e comunicação, promovendo a moda responsável no Brasil e abordando questões como rastreabilidade e consumo consciente na Vogue Brasil.
Reconhecida internacionalmente como uma das Fashion Impact Leaders, Fernanda busca conectar marcas e consumidores para fomentar práticas de economia circular e um futuro mais sustentável na indústria têxtil.
Resumo gerado por IA
Fernanda Simon é diretora executiva do Fashion Revolution Brasil e uma das vozes mais influentes do país quando o tema é sustentabilidade e moda ética e consciente. Formada em moda, iniciou sua trajetória profissional sentindo-se deslocada das práticas tradicionais do setor, marcadas pelo consumo excessivo e pelo fast fashion. Essa inquietação a levou a viver na Inglaterra, onde teve contato direto com movimentos internacionais de sustentabilidade e justiça social na moda, experiência que redefiniu completamente sua visão sobre o papel da indústria têxtil.
Ao retornar ao Brasil, Fernanda se tornou uma das principais articuladoras da moda responsável no país, unindo ativismo, comunicação e transformação cultural.
Além de liderar o Fashion Revolution Brasil, é editora contribuinte de sustentabilidade da Vogue Brasil, onde aproxima o debate socioambiental e amplia o alcance de temas urgentes como rastreabilidade, condições de trabalho, crise climática e consumo consciente. Atualmente estuda governança ambiental e sustentabilidade na FGV. Sua atuação já foi reconhecida internacionalmente, e ela foi nomeada como uma das Fashion Impact Leaders, reforçando seu papel de liderança global na transformação das cadeias produtivas no fomento à transparência e no incentivo a práticas de economia circular.
Fernanda defende que a moda deve ser inclusiva e responsável — uma ferramenta de mudança cultural e ambiental. Seu trabalho conecta marcas, consumidores e instituições para um futuro sustentável.