Verônica Linder

Conheça a trajetória de Verônica Linder, que une maternidade e ativismo em seu trabalho como jornalista e empreendedora.

Redação*

9 de Julho de 2026 às 13:59
Verônica Linder - Foto: Divulgação
Verônica Linder | Foto: Divulgação

Verônica Linder, jornalista e empreendedora brasileira, desenvolveu a almofada 'A mulher que engoliu o mundo' para apoiar mães solo, promovendo autonomia e aliviando dores no puerpério.

Ela é autora do livro 'Toda mulher é o mundo – guia de aleitamento materno', que oferece informações acessíveis sobre amamentação, e utiliza as redes sociais para debater a cultura do desmame e seus impactos sociais.

Além de consultoria em amamentação, Linder cria comunidades de apoio e assina o documentário 'Mãe, um retrato', defendendo a maternidade como um ato político e a importância da informação para a autonomia feminina.

Resumo gerado por IA

Verônica Linder é jornalista, autora e empreendedora brasileira dedicada à maternidade, amamentação e autonomia feminina. Criadora da almofada “A mulher que engoliu o mundo”, desenvolveu o produto a partir da própria experiência como mãe solo de gêmeas. A almofada já apoiou milhares de mulheres, promovendo autonomia e reduzindo dores no puerpério. É autora do livro “Toda mulher é o mundo – guia de aleitamento materno”, obra colaborativa com informação acessível e baseada na realidade das mães. Seu trabalho aborda a amamentação como prática que envolve corpo, mente e contexto social. Sua trajetória combina comunicação, ativismo e produção de conteúdo com embasamento científico.

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Por meio das redes sociais, amplia o debate sobre a cultura do desmame e seus impactos sociais e econômicos. Também atua com consultoria em amamentação no pré e pós-parto, oferecendo orientação individualizada. É criadora de comunidades de apoio que conectam mulheres em diferentes fases da maternidade. Seu trabalho reforça a informação como ferramenta de autonomia feminina. Como diretora, assina o documentário “Mãe, um retrato”, sobre saúde mental materna. Verônica defende a maternidade como um ato político e coletivo. Sua atuação inclui formação, educação perinatal e desenvolvimento de redes de apoio. Com abordagem crítica, questiona a influência da indústria nas práticas de amamentação. Seu propósito é contribuir para uma maternidade mais consciente, informada e sustentada socialmente.