Patrícia Ansarah

Conheça a trajetória de Patrícia Ansarah, fundadora do Instituto Internacional em Segurança Psicológica e especialista em liderança

Redação*

2 de Junho de 2026 às 14:44
Patrícia Ansarah - Foto: Divulgação
Patrícia Ansarah | Foto: Divulgação

Patrícia Ansarah, fundadora e CEO do Instituto Internacional em Segurança Psicológica, possui mais de 20 anos de experiência em recursos humanos em grandes multinacionais, promovendo a transformação cultural e o desenvolvimento de pessoas.

Ela é psicóloga organizacional e especialista em liderança, com foco em segurança psicológica e inovação sustentável, e acredita que ambientes de alta confiança são essenciais para o desempenho e bem-estar nas empresas.

À frente do IISP, Patrícia organiza o Summit Internacional de Segurança Psicológica e coautora do livro 'Livre para Falar', defendendo que a próxima transformação nas empresas será relacional, com ênfase na criação de espaços seguros para o diálogo.

Resumo gerado por IA

Patrícia Ansarah é fundadora e CEO do Instituto Internacional em Segurança Psicológica. Com mais de duas décadas de experiência em recursos humanos, construiu carreira em multinacionais como Colgate-Palmolive, McDonald’s, Johnson & Johnson, LATAM e Serasa Experian, unindo atuação executiva à transformação cultural e desenvolvimento de pessoas.

Psicóloga organizacional, mentora executiva e especialista em liderança, Patrícia tem certificações internacionais em segurança psicológica e desenvolvimento de times. Atua como facilitadora de aprendizagem, conduzindo programas de formação, coaching e transformação organizacional voltados à inovação sustentável e ambientes de alta confiança.

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À frente do IISP, posiciona a segurança psicológica como infraestrutura estratégica para negócios, conectando desempenho, bem-estar e resultados. Idealizadora do Summit Internacional de Segurança Psicológica, principal evento do tema na América Latina, é também coautora do livro “Livre para Falar”.

Em seus conteúdos e artigos, aborda liderança autêntica, esgotamento profissional, equidade de gênero e os impactos da inteligência artificial no trabalho, defendendo que a próxima grande transformação nas empresas é relacional e que ambientes seguros para o diálogo constroem equipes mais inovadoras, engajadas e preparadas para o futuro.