Doutora em Ciências Jurídico-Políticas, Lívia é referência na luta contra o racismo estrutural e desigualdades sociais.
Redação*
18 de Maio de 2026 às 15:50
Lívia Sant’Anna Vaz, promotora de Justiça da Bahia e defensora dos direitos humanos, é reconhecida por sua atuação no combate ao racismo estrutural e à desigualdade de gênero, tornando-se uma referência nacional e internacional nesse campo.
Com formação acadêmica robusta e experiência em instituições públicas e internacionais, ela tem contribuído para debates sobre justiça racial e igualdade, sendo destacada entre as 100 Pessoas Mais Influentes de Ascendência Africana no Mundo na categoria Law & Justice.
Além de sua atuação no Ministério Público, Lívia ministra palestras e capacitações em diversas instituições, tanto públicas quanto privadas, e é autora de obras que promovem a justiça e a representatividade, ampliando o debate sobre esses temas no Brasil e na Europa.
Lívia Sant’Anna Vaz é uma das principais vozes brasileiras na defesa dos direitos humanos, da justiça racial e da equidade institucional. Promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia, escritora e pesquisadora, tornou-se referência nacional e internacional por sua atuação no enfrentamento ao racismo estrutural, à intolerância religiosa e às desigualdades de gênero.
Lívia é doutora em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa, mestre em Direito Público pela UFBA e especialista em Estudos Afro-Latino-Americanos e Caribenhos. Sua trajetória combina rigor jurídico, produção intelectual e atuação prática em instituições públicas, organismos internacionais e espaços de formação.
É promotora de justiça do Ministério Público da Bahia desde 2004 e, a partir de 2015, passou a atuar na Promotoria de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa do Ministério Público da Bahia e desde 2004 é promotora de justiça do Ministério Público da Bahia. Também coordenou grupos de defesa dos direitos humanos, mulheres e população LGBTQIA+, além de integrar a Comissão de Juristas Negros e Negras da Câmara dos Deputados responsável por propostas legislativas de enfrentamento ao racismo estrutural.
Lívia colabora em debates internacionais sobre justiça racial e igualdade na aplicação da lei Conselho de Direitos Humanos da ONU e também foi reconhecida entre as 100 Pessoas Mais Influentes de Ascendência Africana no Mundo na categoria Law & Justice.
Com presença crescente em debates públicos, universidades, festivais literários e movimentos sociais, Lívia vem sendo apontada por juristas, intelectuais, lideranças negras e setores da sociedade civil como um dos nomes mais relevantes da nova geração do pensamento jurídico brasileiro — fortalecendo seu nome como uma possível representante negra no Supremo Tribunal Federal.
Formação Institucional, Justiça Racial e Palestras
Com ampla atuação no setor público e em organismos internacionais, Lívia Sant’Anna Vaz tornou-se referência em formação institucional sobre direitos humanos, justiça racial e equidade. Já ministrou palestras e capacitações para órgãos como o Ministério da Justiça, Ministério da Cultura, Ministério da Igualdade Racial, ENAP, Tribunal Superior Eleitoral, tribunais de Justiça estaduais e tribunais regionais em diferentes regiões do país.
Sua atuação também alcança espaços internacionais, incluindo participação como especialista convidada do EMLER, mecanismo do Conselho de Direitos Humanos da ONU voltado à promoção da justiça racial e igualdade na aplicação da lei, além de debates e cooperações com instituições acadêmicas e jurídicas internacionais.
Além da atuação institucional, Lívia também conduz palestras e formações para empresas e organizações privadas em temas ligados a letramento racial, ações afirmativas, diversidade, gênero e políticas públicas. Entre as instituições atendidas estão Nubank, Solar Coca-Cola, Banco do Nordeste e SERPRO, levando debates sobre equidade e responsabilidade social para diferentes setores da iniciativa privada e da inovação.
Escritora e Intelectual Pública
Na literatura, Lívia Sant’Anna Vaz amplia o debate sobre justiça e representatividade por meio de obras que conectam direito, memória e transformação social. É autora dos livros “Cotas Raciais” da coleção Feminismos Plurais, que acaba de ser traduzido para o francês levando a experiência brasileira positiva para a Europa; “A Justiça é uma Mulher Negra”; e “Abayomi: o reluzir dos encontros preciosos”, premiado pelo Ministério da Igualdade Racial e reconhecido com o selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
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